
Sentimo-nos perigosamente frágeis, tão inertes e infrutíferos como a árvore no rigor do solstício de inverno.
Precisamos de uma transfusão de origem divina. O coração do Mestre bate por nós, não contra nós. Ele sempre arrancará o verde falsifcado e a esterilidade de nossa hipocrisia, mas jamais quebrará o caniço rachado (Mateus 12.20 e Isaías 42.3) de nossa vida despedaçada. Os ramos deixados ao longo do caminho nunca são arrancados em conseqüência de sua repulsa, mas sempre constituem parte de sua cuidadosa poda!
Extraído
“ Eu resseco a árvore verde e faço florescer a árvore seca.”
Ezequiel 17.24
Ezequiel 17.24
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